segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A vida não é (bem) como um videogame



 Todo nerd em algum momento faz essa piada, e bem, eu sou um nerd então...
  Na vida não tem tutorial no início do jogo (se tivesse eu pularia) e o nível de dificuldade não é definido por você, pelo menos na maioria dos casos, e sim pelos fatores externos como situação financeira dos pais, beleza física e essas outras coisas que ninguém liga.  Continues só se você não: levar headshot, pegar ebola ou parar de respirar.  Ter um bom plano de saúde ajuda...muito.
  A infância é mais ou menos como as primeiras fases: tudo muito lindo, tudo muito legal, praticamente um easy mode.
  A adolescência é uma merda, ponto.  Acabou a fase de tutorial (que não serviu de nada) e você é jogado no meio de uma boss battle com o seu próprio corpo na puberdade, tentando com todas a sua falta de upgrades conseguir atrair o sexo oposto (ou o mesmo, sem preconceito) para assim poder jogar no modo 2 players.
  Esse aliás é um dos problemas da vida, é um jogo meio chato no single player, quase insuportável depois de um tempo.  Você vai trocar de parceiros, normal, mas um dia você vai achar aquela pessoa que fará você se sentir como um ENTEI, e vai ficar tudo bem.  Quem sabe vocês até possam até gerar personagens para uma sequência....

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Coisas que eu não sei fazer

  Seguindo a linha de negativas:  Coisas que eu não sei fazer!!!

  1. Estalar com a mão esquerda.
  2. Escrever com a mão esquerda.
  3. Usar hashis com a mão esquerda.
  4. Qualquer coisa que envolva minha mão esquerda.
  5. Fazer arroz decente.
  6. Andar de bicicleta (maior vergonha da minha vida).
  7. Matar bichinhos peludos e fofinhos (sim, eu não consigo matar ratos).
  8. Ver filme ruim sem contar piada (alto).
  9. Amar sem sofrer (owwwwn).
  10. Ser sexy (homem sendo sexy é ridículo, mas sei lá né...).
  11. Terminar desenhos (nunca passo nos psicotécnicos).
  12. Tocar qualquer instrumento (o violão tá mofando no armário).
  13. Deixar de ser um japonês nerd (eu bem que tentei).
  14. Entender as mulheres (ninguém consegue, nem elas).
  15. Levar esportes a sério.
  16. Escutar a minha mãe.
  17. Demonstrar o que eu sinto (outro owwwwn).
  18. Não xingar meus amigos homens (amigo é pra isso mesmo).
  19. Segurar os comentários meio...aaahm... estranhos.
  20. Não olhar pros peitos de uma certa colega minha (a culpa é dela... e dos peitos dela).
  21. Ser paciente com gente burra (mas só se for burra mesmo, eu dou uma folga pros idiotas).
  22. Não contar piadas em horas inoportunas.
  23. Fazer poemas metrificados decentes.
  24. Deixar de ler mangá (lembre-se, japonês nerd).
  25. Escrever coisas que prestem no blog.

Tango!

  Não sei dançar tango; não sei fazer cara de sério...ou de sexy.
  Mas a vida é foda, e você se vê obrigado a dançar.
  Então faze o que né?  Vamos dançar.
  Pelo menos a dupla é boa, melhor do que eu tinha imaginado.
  Mas imagino com quem as outras vão dançar, tá meio que faltando homem aqui na letras.
  Lucky me, I guess...
 

domingo, 5 de setembro de 2010

Caneca

  Ganhei uma caneca para tomar chá.  Adoro tomar chá.  Chá faz bem pra saúde.  Minha saúde anda muito bem.  Eu, às vezes, me esqueço como andar certo, e por isso fico parecendo um idiota.  Meus colegas do colégio eram idiotas.  Eu odiava meu colégio.  Eu também odeio pagode.  Pagode é um tipo de construção chinesa.  Também odeio quando me confundem com chinês.  O Jackie Chan é chinês.  Ele fez o novo karate kid.  Eles não lutam karate no filme.  O que é bem idiota.  Tão idiota quanto pagodeiros, ou minha amnésia motora.  Já falei que ganhei uma caneca?

domingo, 29 de agosto de 2010

Ficando velho

  Você sabe que está ficando velho quando:
  - Cházinho quente substitui a coca.
  - Você não entende a piada da sua prima mais nova.
  - Não sabe se o que você está ouvindo é música ou não.
  - Não sabe se os artistas são homens ou mulheres.
  - Refilmam aquele filme da sua infância.
  - Refilmam outro filme da sua infância (e sua prima não sabe que é um remake).
  - Gurias de menos de 18 passam de "ninfetas" para chave de cadeia.
  - Os pokémons passam dos 500!
  - Você lembra do tetris.
  - Seu primeiro celular tinha a tela verde e pesava quase um quilo.
  - O sono bate no meio da festa.
  - E você dorme...

domingo, 22 de agosto de 2010

Duas décadas

  Eu olho no espelho e ele diz:
  -Você está mais velho meu amigo - ele balança a cabeça e sorri, meio cabisbaixo. - E sendo assim, creio que eu também estou.
  Meu reflexo nunca foi muito bom para comemorar coisas; sempre meio soturno, saudoso de coisas que nunca de fato foram algo, a não ser, talvez, para ele.  Não digo que eu o compreenda, mas partilho um pouco da dor que sente.  Quando olho no espelho, eu imagino tudo aquilo que poderia ter sido, e me pergunto: "será que se eu deveria mudar algo?  Eu continuaria sendo quem eu sou?"
  Mas aí eu percebo: nada disso realmente me preocupa; o que de fato me aflige é pensar que eu deixaria de conhecer as pessoas de quem eu tanto gosto.  Teorias dizem que eu nem notaria, tendo em vista que não as conheceria.  Mas eu não quero.
  Mesmo que eu seja um idiota, por mais que eu me afunde em autopiedade, ainda que tudo o que eu faça acabe em fracasso; eu não quero mudar, não me arrependo de ser quem eu sou e fazer o que eu faço.  Sou fraco, bobo, tolo e irracional; um idiota ingênuo perdido numa realidade alienígena.
  E eu olho para o meu reflexo e digo:
  -Feliz aniversário, seu idiota!

domingo, 1 de agosto de 2010

Coisas da vida...

  Já tentei escrever sobre tanta coisa nesse blog, mas realmente não consegui seguir em frente com nenhuma:
não gosto de escrever reviews casualmente, me parece meio forçado; não gosto de ficar reclamando da vida, sempre acho que é muito chato ter que ficar ouvindo os problemas de todo mundo, me sentiria hipócrita fazendo o mesmo com os outros; meus textos mais autorais eu deixo para publicar em http://diagressivo.wordpress.com/, acho que eles não combinam com o ar leve deste blog; por fim me sobra apenas comentar sobre minha vida, mas essa é uma biografia que eu mesmo não leria até o segundo capítulo.
  Chegamos a conclusão -  meu eu-lírico e eu - que dois blogs para um cara tão desinteressante quanto eu parece realmente um desperdício; meu eu-lírico, aliás, anda dizendo que eu deveria me aposentar, mas é melhor não escutar ele; o tipo de cara que, passa o tempo todo se perguntando se ele é uma frigideira num mundo de panelas não merece muito do meu respeito.
  É, eu não gosto do meu eu-lírico, e ele não gosta muito de mim também. Como diria Kurt Vonnegut: "coisas da vida..."; fazer o que.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Boooooored, sooo, life update



 Eu realmente não tenho nada para escrever aqui, pelo menos nada que valha a pena, então vou escrever merda porque... bem, porque assim é a vida.
  Bom, eu tô meio puto com a UFRGS porque eles inventam uns esquemas que não funcionam como deveriam e acabam meio que te fudendo (quem fez nivelamento pra língua estrangeira sabe do que eu tô falando).
  Eu estou morrendo de saudades dos meus amigos, com quem eu tenho que combina alguma coisa, se tivesse alguma coisa pra fazer nesse ovo que é POA ( e eu sei que alguém vai dizer que tem, mas eu tô afim de reclamar, então... shut it).
  Tava querendo começar um vlog, ou algo do gênero, porque eu curto fazer vídeos (mesmo que eu odeie tira fotos) e porque eu gosto do PC Siqueira e do Felipe Neto; e ao contrário das opiniões populares, eu acho o PC Siqueira bem mais pau-no-cu que o Felipe Neto, que pelo menos tem um espírito mais instigador (ou revoltado, sei lá...) e não fica só reclamando que nem o PC, que eu curto mas acho meio pentelhinho as vezes.
  Nenhum filme bom passando no cinema (eu já vi os bons, na minha opinião, e muitos dos ruins também) e nenhuma idéia do que fazer nesse finalzinho de férias deprê.
  Cheguei a conclusão que poesia realmente não é meu forte.  Metrificar então, adoro ler e admiro quem consegue ser genuíno fazendo isso, mas não é bem minha área de exercício.  Para não soar hipócrita, digamos que meu interesse no assunto é de cunho bem mais acadêmico do que para resources, se é que isso faz algum sentido...
  Enfim, tá tudo meio estranho, como de praxe; eu continuo meio perdido, como de praxe e tô meio cansado, como de praxe.
  Quem diabos inventou a palavra praxe?
 

 

domingo, 27 de junho de 2010

Escolhas universitárias

Comer no RU ou comer comida?
Ler sobre a vida ou de fato vivê-la?
Exigir a independência ou conquistá-la?
Festa no final de semana ou bomba no final do semestre?
Prestar atenção na aula ou repetir que ela não presta?
Levantar a bunda da cadeira ou ficar com cara de bunda a tarde inteira?

  O que fazer, o que fazer, tanto para decidir, nenhuma vontade de fato; jovem, no final, acha tudo um saco.
 

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pedante, eu?

 Tem coisas que a gente nem se toca mas que soam ridículas para os outros (como por exemplo não perceber que seu sexo está como feminino no perfil... do'h), coisinhas que para nós são inofensivas e despretensiosas mas para o próximo são um verdadeiro sacrilégio. Dia desses estava falando com um amigo sobre o pedantismo inerente às pessoas que cursam a nossa amada Letras, coisa boba, nem fomos muito longe, apenas constatamos que o pedantismo é algo que sai na urina para o pessoal letrado e "culto" que conosco convive (isso nos inclui, óbvio).Demos risada com tudo isso e fui obrigado a admitir que eu também era metido e chato às vezes - o às vezes é de minha autoria. Ok, o que que isso tem a ver com o assunto inicial?
  Pois bem, tivemos aula de sociologia da educação dia desses e eu ouvi algo que me deixou um pouco constrangido, deixe-me situá-los: a aula de sociologia da educação tratava sobre o hábito de leitura nas escolas, sua influência no desempenho do aluno e discutíamos a escolha dos livros que eram lidos na escola. Enquanto debatíamos o papel dos cânones na formação cultural do indivíduo era de se esperar que os estudantes da Letras acabassem por se manifestar mais abertamente e, de certa maneira, com mais propriedade; dito e feito, demos nossa demonstração básica de cultura e exemplos de nosso aprendizado no curso, foi aí que uma colega levantou a questão "por que a Letras é o parâmetro de cultura hein?"; note o tom ofendido (não vou discriminá-la por ser do curso de ed. física mas que ela pareceu rancorosa, ah isso pareceu).Após um certo choque só pude dizer três palavras "porque nós lemos".

  Parece meio esquisito para pessoas que, como eu, consumem e apreciam uma boa leitura, o fato de que ler não é considerado por muitos uma forma de cultura, tanto quanto para eles pode ser chocante eu achar que o funk do Mc Sapão é uma bosta e que bom mesmo é Beethoven (quem?). Acho que o mais certo é achar o seu grupinho e falar com ele o que você achar conveniente, não saia por aí dando uma de metido e dizendo para os outros o que é ou não é bom e que você acha que "x" é um lixo e "y" é só uma cópia de "z". Se for fazê-lo, faça-o na Letras (ou outro curso pseudo-filosófico) porque lá todo mundo acha que discutir é o melhor negócio e se tudo der errado não se preocupe, gente culta não briga, faz poemeto desaforado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Objection!

  
Mulher é um bicho estranho, quer romantismo mas fica com um pé atrás se falamos de amor; quer paixão, mas prefere falar sobre sexo; convenhamos, não seria mais fácil falar sobre os dois de uma vez? Se somos muito diretos se assustam; se somos indiretos, ou não entendem ou acham que era melhor ter sido direto; se formos muito rápido, elas ficam com dúvidas; se muito lentos, elas arranjam outro; mas que droga mulheres, não se cansaram ainda de confundir os pobres coitados que tanto se esforçam para cativá-las!?

  Nós homens, por nossa vez, não somos lá muito complicados; se parecemos estar sacaneando é porque de fato estamos; se parecemos cafajestes é porque somos. Somos criaturinhas simples e ingênuas que se deixam levar por seus instintos mais básicos, já dizia a vó de alguém: para conquistar um homem, fisgue-o, ou pelo estômago ou pelas calças. E as mulheres abusam, mesmo não querendo (sei...), desse bando de tarados esfomeados.

  Não quero uma libertação masculina, Deus me livre, prefiro continuar sendo maltratado por tão suaves criaturas a passar um dia com o macharedo; meu ponto é: garotas, se forem abusar, não exagerem ok? Gato escaldado tem medo de água fria e macho ferido é um pé no saco para os amigos, keep that in mind quando forem maltratar seu homem, ainda mais se ele for eu.

Psychonauts, coisa de louco!




Sabe aquele papo de que jogo é coisa de criancinha? Pois é teve um tempo em que se dizia isso sobre desenho animado, existiam, óbvio, pessoas dispostas a provar o contrário e outras e que realmente não estavam tão aí para isso, é o caso de Tim Burton e seus fantásticos stop-motions. Dia desses eu consegui colocar minhas mãos em um jogo que é, para mim, o "Estranho Mundo de Jack" dos videogames: Psychonauts, autoria de Tim Schaffer ( o mesmo de Grim Fandango e Brutal Legend).

Se o jogo parece infantil, é porque a princípio ele é, assim como os filmes da Pixar, e como os mesmos, possui um charme e uma mui intrigante rede de momentos nada infantis. Comecemos pelo básico, a história.

 Pois bem, o jogo conta a história de Razputin ( Raz para os íntimos ), um jovem psíquico que entra de penetra num campo de concentração para crianças super-dotadas, lá ele conhece os mais diversos tipos de personagens, todos bizarramente insanos: desde um agente secreto com TOC até um maluco que briga com sua dupla personalidade, ninguém menos que Napoleão. Agora vem a parte mais legal: a maior parte do jogo se passa não no mundo real, mas na mente dos outros personagens, que pode ser invadida através dos poderes psíquicos de Raz; quanto mais insana a pessoa, mais distorcido é o seu mundo, observe a imagem abaixo e você entenderá. 
                                                                                   
 
 

  Mas isso não é tudo, não apenas as fases são ensandecidas como também são, em muitos casos, trágicas; ocorre o seguinte, nas fases é possível achar arquivos secretos que contam a trajetória de cada personagem e como ele ficou louco de fato, motivos que, é de se esperar, não são nada bons; vou dar um exemplo leve: o tal agente secreto com TOC desenvolveu o problema pois quando era criança, recém descobrindo seus poderes, acabou vasculhando a mente de seu pai e acabou vendo bem mais do que queria (especialmente coisas envolvendo sua mãe, imaginem vocês o quê ), traumatizado e sem poder encarar o pai, ele foge de casa. Isso foi um caso leve, fica bem pior e em alguns casos é simplesmente pertubador.

 Estrutura à parte, o jogo é muito bonito ( psicodélico mesmo ) em quase todas as plataformas ( Xbox e Pc) mas meio defasado no Ps2, isso não tira a diversão mas deixa um pouco a desejar; fora isso os gráficos são bem coloridos e o character design bem carismático. O sistema de controles é muito intuitivo e bastante fácil e o sistema de "level" é bem interessante e simples (junte pontos, ganhe habilidades).

 As fases, como já dito, são merecedoras de prêmio, únicas e cativantes por mérito próprio, com mecânicas diferentes em cada fase ( algo típico em jogos de plataforma é verdade, mas nem sempre obtido com êxito ) e todas com no mínimo um momento que você vai lembrar e pensar " que diabos foi aquilo?".


Se você algum dia já pensou em como seria entrar na mente dos outros, se ponderou em quão louca e confusa é a nossa psique; se gosta de psicodelia e acha que tomar ácido é que nem comer pão com manteiga então esse jogo é pra você. Se você é do tipo que acha que jogo é para esmagar botão e não para filosofar então foi mal, mas esse daqui não faz o seu estilo, joga winning eleven que tu vai ganhar mais; pra quem curte um exercício filosófico disfarçado com brincadeira ( das boas ), corre agora e pega uma cópia sei-lá-eu-aonde ok?

terça-feira, 16 de março de 2010

Psy Trance

Se alguém aí curte Psy, procurem pelos seguintes projetos:
Aeronauts e SevenEleven. Eles são de uma amigo meu, e, sem brincadeira, ele é bem competente (se eu disser q ele é o melhor e vocês não gostarem vocês batem em mim).
Mas sério mesmo, é bem legal, se quiserem achar tem na comunidade "PTD- psy trance downloads" ( não sei se 1 ou 2) do Orkut.
Abraços

Ruas de fogo, uma fábula rock n' roll




  Já de início vou confessando meu amor por coisas antigas, sendo assim me sinto no dever de
lhes apresentar um filme que, na minha opinião, é do cacete: "Ruas de fogo" (Streets of fire) do já 
ido ano de 1984, época de ouro de tudo que é bom e brega.
 "First things first", o filme não é um primor de roteiro, não é intragável, mas não espere um "Clube da luta"; 
a história é bem simples e direta: Numa cidade cheia de arruaceiros, um "troublemaker" de marca maior
(vivido por Michael Paré) volta para visitar sua irmã e acaba tendo que salvar sua ex-namorada Ellen (Diane Lane) de uma gangue de motoqueiros (liderados por ninguém menos do que um jovem, mas já feio, William Dafoe), no caminho ele conta com a ajuda de uma mui máscula ex-soldado chamada McCoy (Amy Madigan) e do atual namorado de Ellen, Billy (Rick Moranis, fazendo um tipinho bem diferente do que eu estava acostumado).A direção é de Walter Hill.

 Mesmo que a história seja simplista o que realmente brilha nesse filme são os números musicais, sim você leu certo esse filme é um MUSICAL (mas não é um Highschool Musical, ok?), regado a muito Rock n' roll e tiros de espingarda, e não se preocupem, ninguém dança nesse filme (pelo menos não do nada). A trilha sonora é animal e merece ser baixada, basta dizer que "I Can Dream About You" faz parte dos números musicais.
 Imbuído de uma estética bem interessante e estilosa o filme vale a pena , e se não gostarem podem me xingar. Disponível em qualquer locadora decente (isso inclui a da Ufrgs).
 Abraço e bom filme.